segunda-feira, 27 de outubro de 2014

IPUAÇU SC: "E os agroglifos apareceram"

Formação descaracterizada pela manhã, e no canto à esquerda 
pode se ver parte do outro agroflifo. Foto: www.ufo.com.br
Aproveito para registrar que pelo sétimo ano consecutivo, Ipuaçu é referência no que se refere aos agroglifos. Como não poderia deixar de ser, e os porquês continuam, sobre a escolha do município. É o único no Brasil verdadeiramente a registrar os agroglifos, como ocorre na Inglaterra e outros países.
Para maiores informações, abaixo a matéria completa publicada no site http://www.redeprincesa.com.br/index.php/desc_noticia/agroglifos_aparecem_novamente_em_ipuacu/ que trata especificamente do assunto.
Confira:



Agroglifos aparecem novamente em Ipuaçu


Por Hanna Döhl



Ipuaçu com os agroglifos de 2014

Neste domingo foram registradas duas formações em plantações de trigo na cidade de Ipuaçu, no oeste catarinense. Ufólogos estiveram no local para verificar os agroglifos. O fenômeno já acontece em Ipuaçu há sete anos consecutivos.

Este domingo (26) já era movimentado por conta do segundo turno das eleições 2014 no Brasil, mas na região oeste de Santa Catarina outra notícia também chamou a atenção hoje. Como já acontece há sete anos, na manhã de hoje moradores da cidade de Ipuaçu, no oeste catarinense, encontraram novas formações nas plantações de trigo. Desta vez foram dois círculos, os chamados agroglifos.
Curiosos e imprensa estiveram no local, e os ufólogos Ademar José Gevaerd da Revista UFO, que veio de Curitiba, e Ivo Hugo Döhl, de Xanxerê, além da Polícia Militar para coibir a ação de vândalos nas propriedades.

Foto: www.ufo.com.br
São duas formações, próximo ao CTG do município, sendo que uma delas o proprietário já colheu o trigo no local onde apareceu o agroglifo, e desta há apenas fotos de populares que fotografaram a formação antes de ser destruída, e no outro a formação ainda estava intacta até a tarde deste domingo. Os desenhos têm grandes dimensões, um chega a cerca de 100 metros de diâmetro. Mas com a coleta das imagens hoje, será verificado exatamente a dimensão dos círculos. “Dessa vez ela é tão grande, tão descomunal, que andando por ela a gente não consegue ter ideia do que é a forma, mas do alto ela forma uma figura que não tem a mínima condição de ser humana”, afirma o ufólogo A.J.Gevaerd.

Segundo relatório do ufólogo, pelas fotos e filmagens em alta definição feitas pela Revista UFO com um drone, se pode observar o segundo agroglifo, que pode ser descrito como a junção de dois conjuntos de elementos. De um lado, um anel de cerca de 80 metros de diâmetro de plantas dobradas em sentido horário com um círculo central de cerca de 12 metros, também dobrado em sentido horário. De outro, um conjunto dois círculos e dois semicírculos, de diferentes espessuras, uns finos, outros mais grossos, totalizando uns 60 metros de diâmetro. A intersecção dos dois conjuntos levou à formação de um semicírculo no interior do segundo conjunto.
Foto: PM Xanxerê

O fenômeno acontece em Ipuaçu desde 2008, e todos os anos, próximo ao mês de novembro, aparece um agroglifo, os chamados círculos nas plantações.

Mas para a população a pergunta sempre é a mesma: porque em Ipuaçu? E o que representam esses desenhos no trigo? E mais, quem fez? Segundo Gevaerd, que acompanha o fenômeno desde o início, há sete anos, as formações são legítimas, não é fraude e apenas o que pode afirmar é que não são feitas por humanos. “Há uma evolução nas figuras, e o mistério permanece do porque sempre aqui e sempre nessa época do ano. Se isso fosse uma fraude, o que já foi atestado que não é isso aconteceria em qualquer lugar do Brasil, e em qualquer época do ano, porque há trigo, e outros grãos espalhados por todo o território nacional, então porque somente em Ipuaçu? É evidente que a cidade foi escolhida pelas inteligências que produzem esse fenômeno. Porque aqui há uma manifestação inteligente, isso não é feito ao acaso”, explica.
Foto: Hanna Döhl


Ivo afirma ainda que não há uma explicação sobre o surgimento. “Eles simplesmente estão ali, sem que até hoje no Brasil, mais especificamente em Ipuaçu ninguém pudesse registrar o fenômeno no momento de sua execução. As más línguas dão conta de que foram pessoas as responsáveis pela criação, mas até agora ninguém se identificou como autor dessas obras, que passaram a ser consideradas autênticas por parte de ufólogos, pesquisadores e cientistas centrados no fato de que o fenômeno não tem explicação humana”, disse

Qual o significado das formações

O pesquisador e ufólogo da Revista UFO, Gevaerd afirma que eles acreditam que seja algum tipo de mensagem, um sinal, aos que estão acompanhando a evolução do fenômeno desde 2008. Esse é o sétimo ano consecutivo que isso acontece, e conforme ele, ninguém conseguiu até agora dizer de que maneira é feito, e em todos os casos identificam um progresso no fenômeno de ano para ano.

Foto: www.ufo.com.br
O ufólogo Ivo Hugo Döhl explica que “em 2008,quando o assunto ficou em evidência no oeste catarinense, com as estranhas marcas, os trigais amassados sem que quase ninguém soubesse o que estava ocorrendo, as investigações deram lugar a busca por respostas que ninguém tem. A ufologia trata o assunto com respeito, com maturidade e principalmente orientando a comunidade a sempre questionar quem quer que seja para o fato de que pseudo autores possam ser identificados”.

Gevaerd trouxe consigo um drone, equipamento para gravar imagens aéreas do local, para análise posterior, o que reforça ainda de que o desenho só é possível de ser visto nitidamente de cima, por exemplo, quem está no chão, no local, vê apenas o trigo trançado, sem perceber o tamanho dos desenhos. “A teoria a qual nós trabalhamos é de que esses sinais são alguma espécie de mensagem, de alguma inteligência ou de inteligências que escolheram por alguma razão que a gente desconhece, esta área do Brasil, e da América do Sul, porque tirando alguns pontos próximos da Cordilheira dos Andes, na Argentina, e uns pontos no México, isto não esta acontece mais em lugar algum abaixo da América Latina, do México”, esclarece.
Com AJ Gevaerd conferindo os agroglifos. Foto: Hanna Döhl

As figuras nas plantações já acontecem há mais tempo na Inglaterra por exemplo. O ufólogo afirma que nesses países, o fenômeno é estudado a muito mais tempo e tem uma imensa experiência, onde os ufólogos já trabalham com uma tentativa de desconstrução da figura nos seus elementos básicos, seus arcos, seus círculos, anéis, triângulos, as figuras que compõe isso, para ver se há alguma relação por exemplo, entre o ângulos, e distâncias, enfim, alguma relação matemática. “Porque ao que tudo indica a mensagem dessas inteligências, sejam extraterrestres ou o que for, é com base na matemática que é a linguagem universal”, completa.

Pelo mundo

Segundo Gevaerd essas formações nas plantações ocorrem no mundo há mais de 30 anos. Começaram na Inglaterra e se espalharam para praticamente todo o hemisfério norte, sendo que hoje são mais de 20 mil figuras já catalogadas, em cerca de 30 países.

E o Brasil entrou nesse cenário em 2008, com o aparecimento dos círculos em Ipuaçu, oeste de Santa Catarina. “Eu estou aqui como pesquisa em nome da revista UFO, e da Comissão Brasileira de Ufólogos, colhendo essas informações como fiz nos outros anos, desde 2008, quando o fenômeno surgiu, para levar isso aos pesquisadores do fenômeno UFO, dos discos voadores, os ufólogos, mas também a comunidade científica, porque esse é um fato que está acontecendo e 99% das pessoas que estão envolvidas na sua pesquisa são ufólogos”, comenta.

Gevaerd instiga, de certa forma desafia, cientistas,  pessoas do meio acadêmico, professores das áreas da agricultura, biologia, bioquímica, química, de física, enfim, de todas as disciplinas que estariam envolvidas em um processo mais amplo de pesquisa, que se dirigam ao local das formações para investigar. Pois o assunto sempre gera discussões, de onde vem, quem faz, e portanto, é importante os pesquisadores, universidades, se engajarem nesse estudo, pois é um fenômeno que acontece todo anos, desde 2008. “Isso nós viemos falando desde o primeiro agroglifo, desse estudo, pois o importante é que haja o engajamento de outros pesquisadores, de todas as disciplinas, para explorar e tentar entender que tipo de fenômeno é esse que esta acontecendo aqui em Ipuaçu”, finaliza.

Também no site da UFO: http://www.ufo.com.br/