sexta-feira, 23 de março de 2012

Moradora de Xanxerê relata passagem de OVNI, em 1973


Ovni em Xanxerê no início dos anos 70

Dona Irma Ana Outeiro, 72 anos, em entrevista relata o que ela e sua família presenciaram um dia de verão por volta das 20h, em 1973. Um grande objeto em forma de pião passou sobre a cidade no início da noite. No momento a luz em Xanxerê apagou e em sua residência inclusive o fogo no fogão a gás simplesmente se extinguiu. D. Irma ainda reside no mesmo local próximo ao Hospital São Paulo e relata com detalhes o episódio que na época foi pouco comentado pelo temor da guerra, ditadura militar e a princípio sua família pensou que fossem espiões observando a região. Estavam presentes seu esposo, sogros e filhos.

Acompanhe a entrevista:


Ihdohl - Dona Irma o que a senhora viu? Onde a senhora e sua família moravam?
D. Irma – Eu morava neste terreno, aos fundos tínhamos uma casa de madeira, não lembro ao certo se era 72 ou 1973. Estávamos sentados na frente, no pátio, estava minha falecida sogra, minhas crianças que eram pequenas na época, meu esposo, a gente estava conversando em torno de 8 horas da noite, e de repente apareceu aquele objeto no ar, assim tipo d’um pião, bem grande e com uma luz interna que não dava para olhar. Ele rodeava como se fosse um pião. Veio no sentido Chapecó e atravessou a cidade. Vimos até longe.
Quando ele passou por cima de nossa casa, a luz estava ligada, o gás aceso e no momento apagou a luz e o gás também. A luz voltou um tempo após e o gás tive que acender novamente.
A gente ficou olhando e pensando o que será que é? Na época ficamos em dúvida. Seu tamanho devia ser em torno de 10 metros de diâmetro em forma de pião. Tinha em seu redor como se fossem janelas bem grandes e dentro aquela luz avermelhada que não podíamos olhar fixamente.

Ihdohl – Ouviram algum ruído, barulho e que altura aproximadamente ele estava?
D. Irma – Sim, tinha um barulho bem grande como quando, vamos supor, vem um temporal, aquele barulho do vento, era algo assim. Altura não saberia dizer, mas não era muito alto, talvez uns 50 metros ou 100 que seja de altura.

Ihdohl – D. Irma, a luz de Xanxerê apagou quando esse objeto passou pela cidade?
D. Irma – Na nossa casa sim. Quando passou por cima apagou a luz e o gás no fogão.

Ihdohl – Como aconteceu com o gás? Simplesmente apagou o fogo no fogão?
D. Irma – O gás apagou sim, eu tinha a chaleira esquentando até para minha sogra e o marido tomarem chimarrão e quando aquele objeto passou o gás também apagou. No momento a luz apagou e voltou mas o gás não. Eu tive que acender.

Ihdohl – Teve vazamento de gás já que a chama apagou?
D. Irma – Não lembro, só lembro que apagou o fogo.

Ihdohl – Calculando o tamanho do referido objeto em torno de 10 metros, e qual a cor predominante do aparelho?
D. Irma – Ele era escuro, um, cinza escuro, marrom escuro, assim a cor mesmo não consigo lembrar mas sei que era escuro por fora.



Luzes semelhantes a essa imagem, segundo relato
de D. Irma


Ihdohl – Ao passar esse objeto em forma de pião, o que comentaram qual a conclusão que a família chegou?
D. Irma – Olha, nós não comentamos com ninguém na época, entende. Não falamos com ninguém, a gente viu, mas só comentou entre a família e o pensamento: o que será que é? Será que é uma guerra, comentamos assim, sabe.

Ihdohl – Hoje, quase 40 anos após o ocorrido, em sua opinião o que era?
D. Irma – Ahhh... Tem tantos mistérios de Deus vou saber lá o que era, mas algum mistério era, porque impossível passar uma coisa e não ter um mistério no ar. A gente vê e ouviu o barulho, né.

Ihdohl – A senhora falou em guerra porque haviam muitas guerras no Planeta e naquela época se vivia no Brasil a ditadura militar?
D. Irma – Isto. Nós tínhamos passado uma revolução em 63 ou 66 não lembro mais. Então a gente imaginava que fosse aquilo, algum espião que viesse observar, fazer algum levantamento, alguma coisa assim, mas isso entre a família nós conversamos.

Ihdohl – A sua casa é próximo ao Hospital São Paulo, próximo ao centro de Xanxerê e quanto aos familiares foi falado algo mais sobre esse estranho objeto voador?
D. Irma – Nós pensamos que era isso, nós comentávamos sobre esses assuntos. Até meu falecido sogro, acho que todos conheceram o seu Cassiano, ele dizia isso ali é do exército, são aqueles que fazem guerra fora do Brasil, que vem nos espionar, se tem algo, era o que se comentava na família.

Ihdohl – Sentiram algum medo?
D. Irma – Ahh..  A gente ficou preocupado, né, porque uma coisa diferente, que nunca tinha visto. Até as crianças eram pequenas, acho que o Edson (Edson Outeiro) tinha uns 10 anos, todos ficaram curiosos olhando e pensando o que poderia ser. Até não comentamos muita coisa perto das crianças pra não deixar eles preocupadas ou com alguma coisa na cabeça.

Ihdohl – Como foi aquela noite para dormir?
D. Irma – A gente deitou e ficou conversando. Até minha sogra posou aqui em casa e ficamos até tarde falando e depois deitamos e esquecemos. No outro dia os familiares se reuniram e conversamos, mas depois passou, esquecemos.

Ihdohl – Esse fato ocorreu por volta de 1972/73 e diante de tantas informações sobre discos voadores, extraterrestres, agroglifos em Ipuaçu entre outros, qual seu pensamento hoje dos mistérios que a senhora comentou. Muda sua opinião com relação a esse assunto?
D. Irma – Olha, o que vou te dizer. A gente é leigo nessas coisas, vou saber lá. Talvez seja também desses mistérios que apareceram, talvez não. Eu não tenho agora no momento, uma opinião pra dar.

Ihdohl – Voltando ainda ao objeto em forma de pião, de suas janelas irradiavam uma luz. Como era essa luz?
D. Irma – Muito forte. Era cor avermelhada, não era da cor de luz, uma cor diferente, mas muito forte, brilhava muito mesmo. Não dava para olhar naquela luz, firmar os olhos em sua direção. Era muito forte mesmo.

Ihdohl – O objeto girava como um pião ou simplesmente voava numa direção?
D. Irma – Girava como um pião e ia e bem ligeiro no sentido Chapecó ao ginásio de esportes Ivo Sguissardi, agora, que na época não existia quase árvore nada ele passou nessa direção.

Ihdohl – D. Irma, foi a única vez que  a senhora viu um objeto estranho como esse?
D. Irma – Única sim. E acho que é a última (risos), pela minha idade acho que sim, primeira e última.






Xanxerenses afirmam ter visto OVNI relatado por D. Irma


Para continuar levando informação sobre a passagem do objeto voador em Xanxerê, lá no ano de 1973, aproveito para postar alguns depoimentos coletados no TUDOSOBREXANXERÊ e EDERLUIZ, de Joaçaba que também publicou a matéria.

Quero deixar claro que a entrevista com D. Irma foi para fazer recordar um fato que ocorreu em, - já posso chamar de “nossa”-  porque estou aqui há mais de 11 anos, então em nossa cidade em que a população que viu até hoje tem dúvidas sobre o ocorrido. O que, ou quem eram? Russos, Militares ou Alienígenas preparando uma invasão?
Sem muitos esclarecimentos naquela época até hoje fica a indagação sobre a passagem daquela luz que por onde passava, apagava a luz das casas, postes de iluminação e inclusive do fogão a gás, conforme relatou D. Irma.
Leia os depoimentos a seguir e tire suas próprias conclusões, e aproveito para agradecer a quem se manifestou sobre o assunto.
Imagem semelhante ao OVNI
Como todos sabem, a existência de vida fora da Terra só não foi provada pela ciência ainda, mas relatos existem inclusive no livro por nós considerado o mais sagrado, a Bíblia.

Xanxerê e AMAI a milhões de anos

Deveríamos nos dedicar um pouco mais ao estudo da própria história, sem maquiagem, para poder aprender de forma diferente sobre esse assunto também, pois como tem uma certa passagem neste livro sagrado que diz “na casa de meu Pai há muitas moradas”.
Mas, enfim, vamos aos relatos e estamos aguardando suas manifestações, pois em muitos casos falamos sobre fatos que ocorrem tão distante de nós, e gostaria que você pensasse de forma diferente: se estamos aqui, na região do Alto Irani neste momento, estamos sim, num local do Planeta Terra, muito importante no contexto geral e quem sabe se aqui não foi um dia a milhões de anos algum local até sagrado ou importante que recebeu alguma civilização, ou uma grande metrópole que através dos próprios ciclos que o nosso Mundo passa acabou destruída.
Falamos dos Maias, Incas, Astecas, de Stonehenge, Inglaterra, México, Ilha de Páscoa, Pirâmides do Egito, Terra Santa e tantos outros locais da Terra, mas digo que hoje, onde estamos também é um local que de alguma forma pode ter tido representantes ou ter sido sede de alguma civilização que marcou algum tempo nesta Terra.
Em muitos casos tudo parece tão distante.
É um pensamento, quem sabe não estamos através de Ipuaçu sendo alertados sobre algo que possa ter existido em nossa região.



Depoimentos no

Dirce
Parabéns pela reportagem Dona Irma e o ufólogo Ivo Hugo Dohl, pela brilhante reportagem, sobre este assunto tão relevante que na época nossos pais e avós viram e comentavam com seus filhos de Xanxerê, sendo que eu era criança e morava em Xanxerê, e me lembro que meus pais comentavam. Que pena que tem gente leiga ou que não tiveram a oportunidade de ver ou ouvir de seus pais o acontecido. Antes de criticarem pesquisem, conversem mais com seus avós, e descobrirão muito mais, como por exemplo o respeito com os mais velhos. Que na verdade tem uma bagagem grande de conhecimentos, bagagem esta que falta para alguns internautas que não sabem nem quem são, quem dirá saber de assuntos mais precisos.....

Edilson Luiz Outeiro
Ivo.
Sou filho da dona Irma e moro já a 30 anos em Bento Gonçalves RS, na época tinha uns 11 anos e me recordo como se fosse hoje daquele objeto que avistamos no céu Xanxerense, ficamos nós crianças com medo pois não tinhamos conhecimento nenhum sobre ufologia. e tudo que minha mãe relatou é a mais pura realidade.

Edison Luiz Outeiro
A todas as pessoas realmente interessadas no assunto. Tenho 50 anos, sou filho da dona Irma e posso assegurar que seu relato é verídico. Também sou testemunha do fato. Aconteceu em 1973. Era verão e havia uma seca muito grande em Xanxerê e no oeste de SC. Eu tinha 12 anos na época. Embora com mais de 70 anos, minha mãe está com sua memória muito boa. Foi realmente como ela relatou ao Ivo. Não há nenhum objetivo para se inventar uma história desse quilate. Muitas pessoas que residiam na cidade à época, lembrarão do fato. Para deixar claro a veracidade do que escrevo, informo que sou Funcionário Público Federal (Policial), resido atualmente no Paraná e estou à disposição de quem desejar, para maiores detalhes sobre o assunto.
Abraço a todos

Letícia Garcia – Blumenau/SC
meu deuuuuuuuus!!! minha mãe sempre me contou essa história, de quando ela era pequena, tinha uns doze anos e que viu um disco voador passar e as luzes iam apagando por onde ele passava!! ela disse que ia bem devagarinho e era bem assim que ela viu! era em Xanxerê, nós somos de lá. me deu até um arrepio, a gente sempre achava que ela tava viajando, porque era pequena e não lembrava direito, mas parece que é verdade então...

Mad
Me lembro do ocorrido. Na epóca era criança (inicio dos anos 70). Foi numa noite quente de verão, estávamos na varanda de casa quando ouvimos gritaria da vizinhança, e tbém vimos um objeto voador bem luminoso que fazia movimentos bruscos, não afirmo que era disco voador, e em dado momento a cidade ficou sem luz.



Depoimento no 

Getúlio Vargas de Oliveira
Xanxerê | SC
Fui vendedor viajante em 1970 Numa madrugada, entre Capinzal e C.Novos, que seria o km 52 a 54 da SC-458,furou pneu do jipe.Paramos p trocar, quando uma luz veio vindo de longe, sem ruido.Pensamos ser algum carro descendo de alguma estrada ao longe, mas a luz seguia muito reta.Veio se proximando e passou +ou- entre 300 a 500 m de nós, uns 300 m de altura e foi sumindo.Na volta, de tarde,paramos ali e examinamos bem.Era tudo campo,nada de morro nem estradas.Redondo,luz fixa,200 km p hora talvez



  A partir da entrevista com D. Irma, recebemos muitas manifestações de quem viu e publicamos agora novos depoimentos de xanxerenses sobre a "luz" que passou na cidade em 1973.  


Gracieti Teresinha Garcia – Blumenau/SC
Eu tinha na época 12 ou 13 anos, estava brincando em frente da minha
casa q fica na rua 7 de setembro e eram entre sete  e oito hrs da noite
porque já estava escuro e as luzes da cidade já estavam acesas.Então, vi o
objeto redondo , de cor escura, indo em direção a Chapecó e na medida
em que ele passava por cima da cidade, as luzes iam se apagando.
Não senti medo, apenas muita curiosidade. Mas quando fui comentar 
sobre o assunto, as pessoas mais velhas nos diziam que não era para
falar nada sobre o ocorrido, porque poderiam ser espiões militares(que coisa absurda). Estávamos
na época da ditadura militar. Este é o meu relato, do que presenciei naquela noite.
A imagem dele se afastando,ainda  permanece   muito viva na minha lembrança.

  
Paulo Munaretti – Advogado – Xanxerê/SC
Bem como já mencionei a você Ivo não me lembro certo o ano, pensava em ser em 1970, entretanto parece mais claro a informação dos mais velhos que seria mesmo em 1973,  mas me lembro como se fosse  hoje, naquele dia quente parecendo novembro, era em torna das 19 horas ou mais porque já era escuro, meu pai possuía um bar na Av. Brasil, em frente ao Bradesco, de repente as luzes da cidade apagaram então minha família saiu para a calçada, e colocamos as cadeiras na rua, quando olhamos para o céu havia um estranho objeto,formado de nuvem redonda com luz branca , que passou sobre a cidade de Xanxerê/SC, vindo do colégio Nabuco passando pelo Bradesco, foi visto por muita gente e ate hoje não sabemos o que era. O que me lembro bem  foi que no dia anterior na Radio Princesa, através do Rogério falou sobre o acontecido. Uma vez que varias pessoas relataram os fatos, tentando dar uma explicação lógica sobre o que era, entretanto nada foi esclarecido,.

Naquela época muito se acreditava que seriam os Russos, porque acreditavam que eles detinham naves espaciais e muito mais coisas, o que sempre a minha mãe relatava, com muito medo de uma invasão.. etc...

E, bom que também se esclarece que na palestra em Ipuaçu, sobre os Agroglifos , tive o prazer de conhecer vários estudiosos sobre o assunto, e em um deles, de um grupo de Ufólogos do Rio Grande do Sul, relatou os fatos em que a sua mãe teria visto o referido objeto, inclusive o que este colocou na tela em exposição, muito se assemelhava com aquele em que vi naquela noite. Ademais teria comentado o  palestrante que três destas formações teriam saído do mar,  e tomado diferentes caminhos, e pela abordagem que ele teria feito não sabia o caminho que um deles teria feito, sendo que a ultima aparição  teria sido em Passo fundo/RS..

O que chama atenção e que naquela palestra de Ipuaçu varias pessoas, levantaram a mão  informando que viram o mesmo objeto, naquele período.

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