terça-feira, 12 de março de 2013

Romeu não acredita (????)


Jornalista Romeu Scirea Filho, em momento de inspiração rascunhou um comentário sobre Extraterrestres, alguns meses após o surgimento do primeiro agroglifo em Ipuaçu, em 2008.
Acreditar ou não cabe a cada um, e na forma como se expressou parafraseando a situação, confira a seguir o pensamento do nobre repórter, jornalista, pensador e até colunista e cidadão xanxerense por convicção e vida.

O cara fala, argumenta, inspira e sem rodeios - doa-a-quem-doer - se for o caso é lógico manda a ver nas palavras e num local preciso, cafezinho a parte, lhe indagaram a respeito do assunto e sem bentos na língua tascou sua posição.
Vi o Romeu lá em Ipuaçu, em 2008 e diante do antes quase incrédulo meio que se alguém precisa de provas - desta vez olhe para o chão.

Digamos que o homem já tenha ido a Lua e agora está explorando Marte e outros vizinhos, ainda inalcançáveis aos 'objetivos missionários' (arghhh) do ser humano, vamos aguardar capítulos intermináveis de momentos em que seres extraterrestres de alguma forma se manifestam, aqui ou lá, voltando aquele pensamento de que cabe a cada um acreditar, se quiser, ou simplesmente dar a mão a palmatória e procurar pelo menos aceitar que neste universo infinito - I  N  F  I  N  I  T  O - não somos os únicos habitantes...

Mas enfim... 

Pregue os dedos no teclado Romeu....


Óvnis e Extra terrestres, tô fora!

SEXTA-FEIRA, 24 DE JULHO DE 2009


Tenho um amigo que não tem Cristo que o faça acreditar que o homem já foi à Lua. Não acredita e pronto.É uma exceção, até uma raridade mesmo, a sua crença inabalável que a descida da missão Apolo 11 na Lua é pura armação, pegadinha com ajuda de truques de imagem, TV, Internet, composição gráfica e o escambau. Não posso concordar, é lógico, mas tenho que aceitar. É a opinião dele, e cada um pode (e deve) ter a sua.
Nessa história de acreditar ou não em certas coisas, por princípio adotei - desde pequeno, a filosofia de que ‘tudo é possível’. Acredito em tudo, até prova em contrário. Mesmo tendo que acreditar – por exemplo, e a contragosto, nas eternas roubalheiras em Brasília, mas não só lá, neste Brasil inteiro. Acho mais justo acreditar em tudo do que acreditar em nada – o que também não tem graça nenhuma. Como, por exemplo, acho totalmente sem-graça não acreditar em disco voador, Óvnis e extra - terrestres. “Coisas” que, de calças curtas me apavoravam, como tantas outras, nas cabeças da piazada.

E disco voador deve ser - entre muitas - a maior polêmica sobre o tema ‘acreditar ou não’ nas coisas: Se você disser que acredita, pode ser tachado de doido de pedra, maluco de berço. Principalmente se ousar - diante da maioria de céticos,sempre presentes quanto à existência de vida fora da terra (ou do nosso conhecimento) - tentar provar que disco voador existe. Pura perda de tempo. Para provar que existem seres com outra ciência, outra química, outra física e outra matemática, outra filosofia e outras leis, acho que nossa “racionalidade” não serve! Não se presta a tal comprovação da existência de discos voadores, muito menos de extra terrestres.
Diante desse raciocínio, não tive dúvidas: 1)Acredito em disco voador 2) Não tenho que provar para ninguém(nem tento) que eles existem. Se me perguntam se já vi, digo que não, mas que los hay, los hay.Aí insistem, como no caso dos agroglifos – que apareceram em Ipuaçu, no ano passado:”Isso é pura armação”, sabem até quem foi que fez aquilo”. E desfiam um monte de “me contaram”, “fiquei sabendo”, “ouvi dizer”, “um cara que não conheço falou” e vem um amontoado de – para mim – fantasias, para esconder o medo que todos temos do desconhecido. 

Uns mais, outros menos.
Sobre os círculos de Ipuaçu, acredito. Fui lá, vi, e me divirto muito quando alguém duvida. Um dia tomando café num bar de Xanxerê, passando o tempo, resolvi falar e defender, diante de um amigo que afirmou veementemente não acreditar. Apresentei, meio sem pretensão dele acreditar, o argumento de que seriam seres superiores a nós, de um outro mundo, sei lá...O amigo devolveu de sem pulo: “A é? Superiores? Então me diga o que eles querem com a gente? Perderam o que aqui?”. Sei lá porque, saiu na hora, meio brincando falei que “o que eles querem é roubar todas as nossas mulheres e todo o petróleo da Terra”(eu sabia que ele adorava carros e mulheres). Não devia ter dito aquilo, depois até pedi desculpas e disse que estava brincando, mas não adiantou. O cara ficou puto da cara! Chegava a gaguejar de nervoso, brabo, virou uma onça, encerrou a conversa e saiu porta a fora. Acreditando menos ainda – creio eu – em discos voadores. E além de tudo querendo explodir um, se encontrasse. Fiquei com a certeza ali que o amigo na verdade tinha é medo do desconhecido. Quando disse a ele que o ‘desconhecido’ estava a fim de aprontar para cima dele e de todo mundo, aí foi demais da conta.
Continuo acreditando, mas não discuto mais discos voadores. Me basta um argumento que ouvi de ....Gevaerd, quando esteve aqui, conferindo os círculos de Ipuaçu (que ele disse ter ouvido de uma autoridade do Vaticano):” Se Deus foi capaz de inventar o Homem - com a capacidade que tem de aprender e fazer coisas que ninguém acreditava ser possível(isso vale até hoje) – porque não poderia inventar outro ser, melhor e mais inteligente ainda que nós?”. Antes que me esqueça: Não é verdade que eles vêm para roubar nossas mulheres e nosso petróleo: Vai que um deles leia isso, leve a sério e resolva me ferrar, ou abduzir. Ou sei lá o nome (e a pena,ou castigo) que eles dão para crimes, pecados e outras transgressões da lei lá deles. Eu? Tô fora. Acredito em disco voador e fim de papo!