sexta-feira, 2 de agosto de 2013

LAGOA DOS PATOS: Caso Haroldo Westendorff


Os ‘Pneus Voadores’ em SC e PR e o gigantesco ‘Cone’ no RS

OS PNEUS VOADORES NO SUL DO PAÍS

Entrevista exclusiva com o motorista do Corcel Branco que estava na Lagoa dos Patos, no conhecido caso Haroldo Westendorff

Os discos voadores na vida de um teólogo e militar aposentado
Presenciou naves em linha Cascalho-interior de Palmitos (década de 70),  Abundância-PR (em frente a uma igreja com mais de 80 pessoas) e Lagoa dos Patos – RS (Caso Haroldo Westendorff)


Em entrevista para o blog e veiculada na Rádio Princesa de Xanxerê, Adelino Schmidt, 58 anos, que reside em Ji Paraná, Rondônia, em visita ao filho e familiares em Xanxerê, fez um relato sobre o que vivenciou nos anos 70.
Em três oportunidades viu objetos voadores não identificados.
Na primeira vez no interior de Palmitos, SC na Linha Cascalho, em outro fato numa comunidade chamada Abundância, na época Distrito de Chopinzinho, PR e também um dos casos que a ufologia nacional conhece ocorrido na Lagoa dos Patos, RS.
Adelino relata com riqueza de detalhes como eram os equipamentos que ele viu sobrevoar e afirma ser um privilegiado por poder estar ali para contar suas experiências.
Teólogo e militar aposentado aproveitou a sua rápida passagem por Xanxerê para nos relatar o que viu.
Confira:
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LINHA CASCALHO – PALMITOS – SC

Ivo Hugo Döhl: Sr. Adelino, em uma época que o assunto ufologia era tratado com mais apreensão, nos anos 70. O senhor vivenciou?
Adelino Schmidt: Privilégio estar respondendo pergunta, que acredito ser de bastante importância porque todo mundo busca isso. Identificando-me melhor, sou formado em teologia, me formei numa escola do exterior quando solteiro, sempre fui muito crítico. Muitas coisas tenho que examinar muito bem primeiro para depois ter certeza do que se está falando. Como esse era um assunto que quando novo, com 16 anos tive uma experiência pouco comentada, até porque difícil porque as pessoas não acreditam no que a gente fala. Só que eu vi 100% consciente, caminhando na estrada, total consciência do que estava vendo, fiquei com muito medo porque era novo, na década de 70. Eu vi não um objeto, aparelho ou equipamento, eu vi era umas nove horas da noite, de repente no céu, a noite bem limpa, céu de brigadeiro, né e apareceram assim do nada apareceram três equipamentos, que eram tipo de uns pneus grandes, e todo luminoso. Eles parece que estavam brincando. Avançavam para frente, iam dois para frente, de repente iam para frente e paravam, regredia um pouquinho de repente juntavam os três, nesse embalo para frente e retornavam parecendo uma brincadeira literalmente.
Ivo: O formato era de disco voador mesmo?
Adelino: Sim. Era todo luminoso. Uma coisa extraordinária em velocidade, controle de deslocamento que é impossível imaginar que exista um equipamento dessa forma.
Ivo: O senhor estava sozinho no momento?
Adelino: Tinha umas três pessoas comigo na época.
Ivo: Onde ocorreu esse avistamento?
Adelino: No interior do município de Palmitos, Santa Catarina perto da beira do rio Uruguai, foi próximo a uma comunidade chamada de linha Cascalho, divisa com Iraí, Rio Grande do Sul.
Ivo: Falando no formato dos objetos, como era esse formato de pneus que o senhor se referiu?
Adelino: Arredondado, como um pneu, e o meio dele não dava para ver o que tinha, parece uma circunferência e todo luminoso. Era uma luz clara levemente esverdeada.
Ivo: Tamanho do objeto e distância que o senhor estava?
Adelino: Eles estavam em altitude, altura das nuvens por aí e o tamanho era coisa de dois metros o diâmetro de cada um deles, mais ou menos.
Ivo: Qual a direção que eles tomaram?
Adelino: Sul – Norte. Davam deslocamento. Às vezes iam dois para frente, paravam de soco, parada brusca. Um ficava parado, daqui a pouco um avançava para frente, daqui a pouco voltava um pouquinho parecia literalmente uma brincadeira.
Ivo: O que vocês imaginaram naquela hora?
Adelino: A gente era consciente de que isso não era equipamento que o homem fabrica, porque ele não tinha capacidade de parar. Ele parava 100% parado. Não emitia nenhum tipo de som. Sem ronco ou barulho algum. Não vimos tripulação, nada. Vimos os três equipamentos, objetos físicos sem nenhuma dúvida.
Ivo: E a velocidade:
Adelino: Incalculável. O deslocamento deles nós não temos nada parecido.
Ivo: Essa visualização, o acompanhamento que vocês tiveram durou quanto tempo?
Adelino: Uns 15 minutos ou mais. Desde que nós vimos no horizonte bem no fundo, lá embaixo, até que eles atravessaram isso, demoraram fazendo essa brincadeira.
Ivo: Sr. Adelino, o que representa na sua vida esse fato, mudou algo na sua vida, sua forma de pensamento?
Adelino: Eu sempre me tive por privilegiado de ver isso, até porque tem outra história que ocorreu anos depois, porque é uma coisa muito rara de alguém ver e eu fui o alvo de ver isso literalmente e com tanta limpeza, clareza, riqueza de detalhes sem nenhuma dúvida do que estava acontecendo. Deu-me uma grande confiança que existe algo que ainda o homem não sabe o que é. Eu não concordo, por exemplo, com espíritas que falam de uma coisa que se materializa ou se dissolve, ou algo parecido, não. Isso que eu vi era objeto físico e acabou. Não tinha nada com espírito.

DISTRITO DE ABUNDÂNCIA – CHOPINZINHO - PR

Ivo: e que outra experiência o senhor teve anos mais tarde?
Adelino: Tive outra experiência em Abundância, na época Distrito de Chopinzinho, no Paraná. Estava eu, minha esposa e umas 80 pessoas na frente de uma igreja, por volta de 19 e 30 horas, por aí mais ou menos, no inverno. Era escuro. Eu estava na frente da igreja porque ia participar de um culto evangélico e apareceu um desses aparelhos que eu tinha visto antigamente, com muito mais nitidez e perfeição e parece que mais próximo mais baixo e foi tanto que todo mundo que estava ali, muitos se projetaram ao chão de medo. Eu até brinquei com eles, se o dia em que Jesus voltar à face da Terra vai ser assim, vai pegar todo mundo de surpresa. Um linguajar que no meio evangélico usa. Agora eu tinha plena certeza que estava vendo um daqueles aparelhos que vi no passado. Era muito lindo. Ele estava muito luminoso, irradiava luz para fora de sua circunferência. Estava também na altura das nuvens, mais ou menos, mas a velocidade era uma loucura imaginar a velocidade dele. Apareceu no horizonte e em questão de segundos sumiu no outro lado, incalculável a velocidade.
Ivo: O que as pessoas comentaram no momento. O povo que estava em frente a igreja se referiu ao objeto de que maneira?
Adelino: Não houve comentário, porque o alvo deles ali era o culto da igreja que teve em seguida, que todo mundo ficou consciente de que existe algo que não é avião, nada conhecido pelo homem que passou por ali.

LAGOA DOS PATOS – RS



Ivo: E nessas suas andanças pelo Brasil, buscou mais conhecimento, mais informação com relação a presença extraterrestre em nosso meio, vida fora do Planeta Terra?
Adelino: Acompanhei mais reportagens, inclusive anos atrás acompanhei um programa do Ratinho, na televisão, quando um moço estava contando de um fato ocorrido sobre a Lagoa dos Patos, perto de Porto Alegre. Eu estava lá na beira da Lagoa dos Patos. O corcel branco que o rapaz falou na entrevista que estava lá era eu e ninguém sabia. Eu naquela época estava na faculdade e mais um aluno, isso eram quatro horas da tarde por aí e, baixou um negócio tipo de um cone. Ele era uma cor amarronzada, parecia verniz que tinha ao seu redor. Tinha umas janelinhas pequenas em redor dele. Esse era grandão, dava uns 100 metros de diâmetro. Desceu talvez uns 50 metros antes de atingir a água da Lagoa dos Patos e saíram pequenos objetos daquela janelinha pra fora e voavam numa velocidade incalculável e dali a pouco voltavam e entravam do mesmo jeito. Subiam e voltavam e entravam da mesma forma em altíssima velocidade. Até um avião teco-teco deu umas voltas em redor e se mandou porque uns 10 minutos, o tempo em que ficou aquele negócio rodando parecia uma betoneira em cima da água. Tinha forma de um funil virado. De repente ele deslocou numa velocidade assim, que foi um relâmpago e sumiu pra cima. Ninguém viu mais nada.
O meu privilégio é esse de ver por três vezes uma coisa que muita gente passa a vida inteira não enxerga.
Ivo: O que o senhor diria para quem ainda tem dúvidas relacionadas a esse assunto – discos voadores?
Adelino: Olha, acho que ninguém precisa ter dúvida da existência de algo fora do nosso planeta, do nosso sistema solar talvez, outra coisa, ninguém precisa pensar ou ter pavor que isso é uma invasão danosa para nós. Não é. Porque se eles quisessem fazer algum dano eles fariam nessas aparições que tem aí. Eu acho que é sim alguém querendo se comunicar ou descobrir e estudar nós aqui de forma pacífica, não de forma agressiva.
Eu acredito sinceramente dentro de mim que eles estão pesquisando a raça humana e o planeta terra. Buscando conhecer o que tem aqui. Talvez pra eles, eles tenham medo de que nós somos muito agressivos. Talvez seja isso.
Ivo: Dentro da área militar esse assunto é tratado de que forma?
Adelino: Se comenta em base em algumas informações oficiais que existem dentro da aeronáutica, da Força Aérea Brasileira. Algumas podem outras não por cuidado até pra não criar pânico. Mas existe sim coisa bem ‘picante’ mesmo.
Ivo: De Rondônia, já ouviu falar de Ipuaçu e seus trigais, Inglaterra...
Adelino: Pois é. São umas coisas assim que a gente fica impressionado e trata-se de uma realidade porque os cientistas vão lá examinam e não tem explicação pra nós. Alguém tem que ter feito. Isso é forma física se comunicando, num contato com algo físico nosso aqui. Não é espírito ou algo que vem nos agredir. É alguém que está estudando isso aí.
Ivo: Agradecemos sua participação e riqueza de detalhes dos seus avistamentos de naves, que com certeza contribuirá para o entendimento de muitos que buscam sempre evidências sobre extraterrestres.
Adelino: Obrigado. É uma honra pra mim, importante. E digo para quem quiser ouvir isso, porque tenho pessoas que estavam comigo em alguns desses momentos que são prova ocular da situação. Não tem dúvida. Essa da Lagoa dos Patos era o meu carro que estava na beira d’água. O rapaz deu aquela entrevista no programa do Ratinho, narrando os fatos que ele viu. Só que ele não sabia que era eu que estava lá. Contou que tinha um corcel branco lá e tal, o corcel era meu que estava vendo também. É coisa que mais pessoas viram. Esse caso em frente à igreja quase uma centena de pessoas e quase sem notícia sobre esse fato.
As pessoas, não sei por que tem medo de comentar uma coisa. O que eu vi, eu vi. Você não vai poder dizer tu não viu. Eu vi, ué.
Espero que num futuro breve tenhamos esclarecimento maior dessa situação. Eu acho que isso é positivo pra qualquer pessoa que tem curiosidade sobre o assunto.

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