sexta-feira, 23 de março de 2012

Ramatis - Extras e Intraterrestres na Terra

 http://www.navajo.com.br/



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Para reflexão mesmo.
O trabalho de um Grupo de Estudos que mantém contato com as mais altas esferas através da mediunidade, viagens astrais, para que possamos ter essas informações dos nossos "Irmãos das Estrelas", os que vem e os que já estão aqui no Planeta.
Em muitos locais na Terra, em seu interior existem 'cidades' habitadas por seres extraterrestres que são chamados aqui de intraterrenos. Aqui se instalaram para poder auxiliar em momentos críticos e orientar como estão fazendo através dessas pessoas que se propõe a repassar essas informações através desses canais.
Como já disse em outra oportunidade: as vezes é dificil acreditar, pois estamos acostumados as coisas daqui, a matéria.

Se alguém ainda duvida do que Chico Xavier fez, em sua jornada terrena é por pura falta de entendimento da própria existência, pois se Deus existe mesmo, ele seria muito injusto com todos nós de dar somente esta vida e depois fim.
Deveríamos nas escolas aprender o príncípio da espiritualidade e da vida em outros mundos desde cedo.
Sinais estão por aí desde sempre.
Reflita sobre essa mensagem e não esqueça, estamos em 2012, muitas mudanças previstas, a que mais se espera é no comportamento humano, o mais difícil. Aceitar que a vida não começa nem termina aqui e que somos filhos de alguém que tem outras paragens pelo Universo afora. 
Ramatis alerta para a transição planetária, consequências do que o homem continua a fazer no Planeta Terra. 
Alertas através dessas mensagens que são sinais como os relatados na Bíblia, talvez da forma como podemos entender melhor nos dias atuais.
Existe sim a preocupação desses 'irmãos' com o nosso mundo.
Aquela citação de que é mais fácil passar um camelo pelo buraco de uma agulha se refere a passagem do espírito de luz na busca por sua elevação.
Ao agradecer por mais um dia, sempre tenha em sua mente que: 'tudo que se faz aqui tem suas consequências, cada ato praticado seja no bem ou no mal será avaliado naquele dia que se fala do juízo final de cada um'. 
Assim sendo é importante saber que não estamos e jamis estivemos sós e que a presença de 'seres que nos acompanham querem nossa evolução, que acordemos de um sono que já dura anos. Já passou do tempo.....



Os Extras e Intraterrestres e o Planeta Terra

"Passa da hora de conscientizar a humanidade no sentido de esclarecer sobre a natureza dos Extraterrestres que trabalham no Planeta Terra..."



Publicada em 19 de Março de 2012
 2470 - Nós, Intraterrenos somos irmãos e amigos 

Salve a Força! Salve a Luz! Salve o Divino Mestre Jesus!
Irmãs, alegria imensa vossa presença em nosso território.
As energias despendidas das Cidades Intraterrenas para a superfície, a fim de manter níveis vibratórios saudáveis, é intensa.
Altas voltagens de energia superior tem sido direcionadas à Terra, pois o "corpo planetário adoecido" clama por aceleração dos seus movimentos, em busca da cura para seus sofrimentos.
O processo da "transição planetária" encontra-se em estágio avançado; as Hierarquias Superiores não desejam que os acontecimentos entrem em finalização antes da Determinação Maior, e a humanidade desapareça antes de terminado o prazo das oportunidades cármicas.
No entanto, ignorando a própria evolução, os seres humanos da superfície, seguem na destruição do ambiente em que vivem, contaminando e devastando tudo ao seu redor. Seja no plano físico, seja no plano invisível, as emanações dos sentimentos destituídos do amor, caridade e perdão, contaminam a psicosfera terrestre, aproximando-os dos seres de baixa evolução e consequentemente, afastando-os daqueles que em nome de Deus, são os seus Guias e Protetores.
Grande desestabilidade planetária desencadeia um processo de cataclismos por todo o globo terrestre.
As Cidades Intraterrenas já vivem com a presença de seres estranhos à sua linhagem, que são os irmãos da superfície morando nos Albergues das Cidades.
Em corpo físico, ou em espírito, os Albergues já estão ocupados com a presença de irmãos da superfície, porém, quase em sua totalidade inconscientes, adormecidos.
O pequeno contingente que permanece consciente, ainda não possui o conhecimento que está hospedado no Mundo Intraterreno. Julgam-se acomodados em alguma instância de Cidade ou Colônia do plano astral superior.
Felizes e reverentes ao Criador, porém ainda não tiveram a oportunidade de interagir conosco, pois nossa forma humana é diferente da vossa.
Os Intraterrenos que recebem e auxiliam os albergados, tomam ao máximo a configuração humana do ser da superfície; mesmo porque, somos absolutamente desconhecidos de vossa humanidade. Poucos são os que, tomando conhecimento de nossa existência, nos aceitam!
As tarefas são múltiplas, pois atuamos também no socorro aos seres humanos nas catástrofes naturais, onde há mortes coletivas, fazendo parte de Equipes Socorristas, composta de Seres de diversas origens: Terrestres, Extras e Intras.
Tudo ocorre ao mesmo tempo, na finalização do saneamento planetário.
Estamos presentes em lutas, nos campos de batalha convosco, auxiliando, socorrendo, esclarecendo, conduzindo os irmãos na luta e resgatando os que caem, encaminhando-os às Naves Prisões Exílio.
Agimos ainda em algumas Instituições Socorristas da Terra, ligadas ou não a cultos religiosos no plano físico, onde seus Dirigentes Espirituais aceitam amigável e fraternalmente nossa presença, como no vosso Grupo.
Atuamos convosco nas diversas atividades desenvolvidas em vossa Casa de Caridade e somos muito gratos a vós por sermos amigos e divulgardes nossa presença ao Mundo de superfície.
Somos irmãos e amigos.
Somos Intraterrenos.
Salve a Luz que nos guia.
Salve Jesus.
Elsim
Intraterreno de Stelta
Médium: Alegria imensa tê-lo conosco irmão. Como vai o Cacique Pena Verde, hoje Fênix Joarã?
– Aqui presente, irmã!
Saudamo-vos em nome de Jesus!
As atividades junto aos resgatados multiplicam-se, pois a cada nova catástrofe com mortes coletivas, um número de criaturas da superfície é encaminhada para os Albergues das Cidades Intraterrenas. Como os cataclismos estão reproduzindo-se cada vez mais intensos, os Albergues são, paulatinamente, ocupados por irmãos encarnados e desencarnados.
Desdobramo-nos no serviço de auxilio e socorro aos irmãos terráqueos, porém jamais nos esquecemos de onde viemos e quem somos, e não há um dia sequer em que não pense em todos vós do GESJ, pedindo ao Criador que vos abençoe, almas amigas.
Sei que nos encontraremos, antes do fim, face a face.
Salve a Luz. Salve Jesus!
Fênix Joarã
GESH – 25/2/2012 – Vitória, ES – Brasil

Fonte: http://www.extraseintras.com.br/mensagens.asp?s=1&ident=2559



QUEM FOI RAMATIS



Ramatis viveu na Indochina, no século X, e foi instrutor em um dos inumeráveis santuários iniciáticos da Índia. De inteligência fulgurante, desencarnou bastante moço.
Espírito muito experimentado nas lides reencarnacionistas, já se havia distinguido no Século IV, quando participou do Ciclo Ariano, nos acontecimentos que inspiraram o famoso poema hindu RAMAIANA.
Ramatis nos acompanha desde o tempo da Atlântica há 28.000 anos e algumas vezes encarnou-se para nos ajudar. Foi o grande filósofo Shy-Ramat na Atlântica, no Templo do Sol e da Paz; depois um sensato Grão Sacerdote no Egito, no tempo do faraó Amenhotep IV; mais tarde o insigne Pitágoras na Grécia, Phylon de Alexandria, no tempo de Jesus; finalmente Rama-Tys, sacerdote budista avançado na Indochina, há 1.000 anos, quando muitos de nós aprendemos com Ele magnetismo, psicometria, radiestesia, vidência, terapia e telepatia.
Informa-nos Ramatis que, após certa disciplina iniciática a que se submetera na China, fundou um pequeno templo iniciático na Índia, à margem da estrada principal que se perdia no território chinês.
Nesse templo procurou aplicar aos seus discípulos os conhecimentos adquiridos em inúmeras vidas anteriores. Na Atlântida foi contemporâneo, em uma existência, do espírito que mais tarde seria conhecido pelo pseudônimo de Allan Kardec (o codificador do Espiritismo), que era profundamente dedicado à Matemática e às chamadas ciências positivas.

Posteriormente, em sua passagem pelo Egito, teve novo encontro com Kardec, que era então o sacerdote Amenófis, ao tempo do Faraó Merneftá, filho de Ramsés.

Embora tenha desencarnado ainda moço, Ramatis pôde aliciar setenta e dois discípulos que, no entanto, após o desencarne do Mestre não puderam manter-se à altura do mesmo padrão iniciático original. Eram adeptos provindos de diversas correntes religiosas e espiritualistas do Egito, da Índia, da China e até da Arábia. Apenas dezessete conseguiram envergar a simbólica túnica azul e alcançar o último grau daquele ciclo iniciático. Os demais, sejam por ingresso tardio, seja por menor capacidade de compreensão espiritual, não alcançaram a plenitude do conhecimento das disciplinas lecionadas pelo Mestre. A não ser vinte e seis adeptos que estão no Espaço (desencarnados) cooperando nos labores da Cruz e do Triângulo, o restante disseminou-se pelo nosso orbe, em várias latitudes geográficas. Sabemos que dezoito reencarnaram no Brasil; seis, nas três Américas (do Sul, Central e do Norte), enquanto que os demais se espalharam pela Europa, principalmente, pela Ásia.

No templo que Ramatis fundou na Índia, esses discípulos desenvolveram seus conhecimentos sobre magnetismo, astrologia, clarividência, psicometria, radiestesia e assuntos quirológicos aliados à filosofia do Duplo Etérico. Os mais capacitados lograram êxito e poderes na esfera da fenomenologia mediúnica, dominando fenômenos de levitação, ubiqüidade, vidência e psicografia de mensagens que os instrutores enviaram para aquele cenáculo de estudos espirituais. Mas o principal "toque pessoal" que Ramatis desenvolveu em seus discípulos, em virtude de compromisso que assumira para a Fraternidade do Triângulo, foi o pendor universalista, a vocação fraterna, crística, para todos os esforços alheios na esfera do espiritualismo.

Ele nos adverte sempre que seus íntimos e verdadeiros admiradores são também incondicionalmente simpáticos a todos os trabalhos das diversas correntes religiosas do mundo. Revelam-se libertos de exclusivismo doutrinário ou de dogmatismo e devotam-se com entusiasmo a quaisquer trabalhos de unificação espiritual. O que menos os preocupa são as questões doutrinárias dos homens, porque estão imensamente interessados nos postulados crísticos.

Ramatis se nos apresenta à visão psíquica com um traje um tanto exótico, composto de ampla capa aberta, descida até aos pés, com mangas largas e que lhe cobre a túnica ajustada por um largo cinto de um esmeraldino esverdeado. As calças são apertadas nos tornozelos, como as que usam os esquiadores. A tessitura de toda a veste é de seda branca, imaculada e brilhante, lembrando um maravilhoso lírico translúcido. Os sapatos, de cetim azul-esverdeado, são amarrados por cordões dourados que se enlaçam atrás, acima do calcanhar, à moda dos antigos gregos firmarem suas sandálias. Cobre-lhe a cabeça um singular turbante de muitas pregas ou refegos, encimado por cintilante esmeralda e ornamentado por cordões finos, de diversas cores, caídos sobre os ombros. Sobre o peito, uma corrente formada de pequeninos elos, de fina ourivesaria, da qual pende um triângulo de suave lilás luminoso, que emoldura uma delicada cruz alabastrina.

Essa indumentária é um misto de trajes orientais, tipo de vestuário hindu-chinês, raríssimo, porque se deriva de antigo modelo sacerdotal, muito usado nos santuários da desaparecida Atlântida. Os cordões que lhe pendem do turbante, flutuando sobre os ombros, são velhas insígnias de atividade iniciática: a cor carmim indica o "Raio do Amor"; o amarelo o "Raio da Vontade"; o verde o "Raio da Sabedoria" e o azul o "Raio da Religiosidade". Um último cordão branco, que pudemos perceber, é o símbolo da liberdade reencarnatória.

Os relatos acima são todos de Hercílio Maes, seu principal médium, extraídos da 1.ª edição do livro Mensagens do Astral, ou que foram passados a outrem pelo próprio Hercílio.

Mais recentemente, em mensagem dirigida ao grupo, assim se definiu:

"Diga-lhes que sou Ramatis, filho de Rama e Tiseuama. Pai Rama: sol, brilho interior, luz que ilumina o caminho do iniciado e Tiseuama: estrada que conduz, o caminho que ensina, a vida que amadurece o Espírito menino. Diga-lhes que sou Ramatis, filho de Rama e Tiseuama, do pai material tapeceiro, mas devoto dos ensinamentos de Osíris, e Tiseuama, mulher sacerdotisa de conhecimentos profundos na arte religiosa, de como dirigir-se e conquistar corações em desalento sobre a proteção da Luz e do Amor. Tiseuama foi minha mãe material e meu pai chamava-se Rama.
Estes são nomes reais, dos pais biológicos que tive há mil anos atrás."
RAMATIS,
Filho de Rama e Tiseuama


Um comentário:

  1. PORTAL - GNA - Ramatís, sempre presente e atento aos momentos que vivemos como Irmãos que somos e sempre seremos. Sabemos a quem buscar, temos em Jesus a referência em nossa fé, e encontramos nos enviados a esperança que tanto esperamos para aumentar os valores em nossa visão além do alcance ... Ramatís, suas verdades encontra o mundo despreparados, e os poucos da porta estreita entende seus avisos, e sabe como funciona a vida além dos planos existenciais em que vivemos ... é justo dizer que é oferecido uma visão sistêmica do que existe, assim como as explicações do porvir ... Ramatís, sua presença sempre presente entre nós, é além de tudo um prêmio a vida e o resgate de almas.

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