sexta-feira, 13 de julho de 2012

Caso Roswell completa 65 anos



Caso Roswell - 65 anos

Mistério continua

Algo despencou do espaço na noite de 2 de julho de 1947 na propriedade de um fazendeiro, chamado W. W. MacBrazel. O local foi a cidade de Roswell, no estado do Novo Mexico, Estados Unidos. O proprietário chamou a polícia para verificar o acidente e logo localizaram o objeto - que não pôde ser identificado, e seus estranhos tripulantes. Então, a polícia decidiu comunicar a Força Aérea Americana. 




O major Jesse Marcel, encarregado da missão, comandou o recolhimento dos destroços e dos corpos encontrados. As evidências teriam sido levadas para uma base da força aérea chamada ‘Área 51’. O Major percebeu que os pedaços do objeto não eram terrestres e disse à imprensa que eram de um ‘Objeto Voador Não Identificado’- OVNI. A notícia tornou o acidente conhecido em todo o país. 
A notícia não agradou o exército e o governo dos Estados Unidos, que resolveram imediatamente desmentir o fato e encobrir a verdade. 
O Pentágono organiza uma busca sigilosa no local da queda, e consegue localizar, além dos destroços, também os tripulantes do aparelho. Todas as entradas e vias de acesso a Roswell são bloqueadas. Grande parte dos destroços já haviam sido recolhidos e examinados. O major Marcel vai até a base, recolhe alguns pedaços de destroços e os leva para casa para mostrar a sua esposa e filhos. "Isto não é deste mundo”, disse Marcel. “Quero que vocês se lembrem disso por toda vida".
Os militares apresentaram a versão de que o objeto acidentado era, na verdade, apenas um balão atmosférico de uso do serviço meteorológico. O major Marcel ficou encarregado de desmentir esse fato. A imprensa foi chamada, e o major fez o que os seus superiores haviam mandado e mostrou para os repórteres restos de um balão atmosférico para reforçar o desmentido. 
Depois disso, o caso Roswell caiu no esquecimento por mais de 30 anos, até que no fim da década de 70, voltou à tona em um livro chamado ‘O incidente Roswell’ de Charles Beritz e William Moore. A partir daí começaram a surgir especulações sobre o ocorrido. Na década de 80, foram divulgados documentos que poderiam ser a prova concreta de que o objeto acidentado em Roswell seria de fato um UFO, porém cientistas, estudiosos do assunto e militares, contestaram a autenticidade dos documentos.
Na época um grupo governamental - o “MaJestic-12″, tentou acobertar o caso através da polêmica. Falsificaram dentre muitos papéis a assinatura do ex-presidente americano Henry Truman e divulgaram o vídeo de uma suposta autópsia de um corpo extra-terrestre. Esse vídeo chamou a atenção do mundo para voltar a refletir sobre o que aconteceu naquele dia. A questão é que até hoje não conseguiram provar que a filmagem é forjada e o vídeo é, sem dúvida, um dos mais fascinantes.






Fonte: http://noholodeck.blogspot.com.br e internet




Ex-agente da CIA diz que óvni foi encontrado nos EUA há 65 anos

No 65º aniversário do Incidente Roswell, Chase Brandon, que serviu à CIA (Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos) por mais de duas décadas, revelou a existência um arquivo oculto da CIA sobre o objeto voador não identificado (óvni) supostamente encontrado na cidade americana. “É, realmente aconteceu”, afirma o funcionário. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail.

O caso se refere aos acontecimentos ocorridos em julho de 1947 em Roswell, no Novo México (EUA), onde teriam sido encontrados destroços de um disco voador. Teóricos da conspiração acreditam que corpos de alienígenas tenham sido autopsiados, e que as tecnologias modernas tenham sido criadas a partir de descobertas feitas no interior da nave.
O agente disse que a informação está escondida em um cofre dentro do quartel general da agência na cidade de Langley. “Foi em uma área restrita. Havia uma caixa que chamou minha atenção. Estava escrito sobre ela ‘Roswell’. Eu remexi dentro dela, coloquei a caixa na prateleira e disse: ‘meu Deus, realmente aconteceu’”, conta o agente. “Não era um balão meteorológico – como foi afirmado na época – era uma nave de outro planeta”, afirma.
Por 25 anos, Brandon serviu no serviço clandestino de elite da CIA como agente infiltrado, oficial de operações secretas desempenhando missões que envolviam terrorismo internacional, tráfico de drogas e contrabando de armas.
Quando o incidente em Roswell aconteceu, autoridades militares divulgaram um comunicado à imprensa, que começava assim: “Os muitos rumores sobre um disco voador se tornaram verdadeiros ontem, quando o oficial de inteligência do 509º Grupo de Bombardeios da Força Aérea americana, com base aérea em Roswell, se apoderou de um disco.”
Porém, apenas 24 horas depois, os militares mudaram sua história e declararam que o objeto que eles pensaram ser um disco voador era, na verdade, um balão meteorológico que havia caído em um rancho próximo do local. Surpreendentemente, a mídia e o público aceitaram a explicação sem questionar.
Agora, agentes como Brandon questionam a versão oficial do acidente. Ele afirma, no entanto, que não vai revelar exatamente o que havia dentro da caixa que “acabou com suas dúvidas sobre o incidente de Roswell”. “Havia alguns materiais escritos e algumas fotografias, e isso é tudo que eu vou dizer sobre o conteúdo da caixa”, declarou ao Huffington Post.
Documentos
Documentos divulgados anteriormente parecem confirmar a história de Brandon – ou pelo menos a ideia de que autoridades americanas estariam encobrindo o envolvimento com alienígenas. Um memorando que parece provar isso foi publicado pelo FBI. O departamento tem disponibilizado milhares de arquivos em um site chamado The Vault (O Cofre, em tradução livre).
Entre eles, está o memorando escrito por Guy Hottel, agente especial encarregado do escritório de Washington em 1950. No documento, cujo assunto é “Discos Voadores”, Hottel revela que um investigador da Força Aérea declarou que “três chamados ‘discos voadores’ haviam sido recuperados no Novo México”. O investigador teria dado a informação a um agente especial. O FBI censurou a identidade do agente e do investigador.
“Eles foram descritos como sendo de forma circular, com aproximadamente 50 m de diâmetro”, afirma Hottel. “Cada um teria sido ocupado por três corpos humanos, mas de pouco mais de um metro”, acrescentou. Segundo o relato, os corpos estariam vestidos com panos metálicos e cada um foi enfaixado de um modo semelhante ao utilizado nas roupas usadas por pilotos de teste de velocidade.


Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticia